quarta-feira, 4 de julho de 2012

O Fabuloso destino de Amelie Poulain


Em uma conversa com um amigo dia desses, me lembrei da sutileza linda do filme O Fabuloso destino de Amelie Poulain, os simples momentos, as simples delicadezas da vida... Sentir-se isolado mesmo fazendo parte, e nem se dar conta disso...


Sentir prazer em coisas simples, as quais nem sempre nos damos conta, isso me faz lembrar que hoje em dia olho as nuvens e já não vejo mais desenhos, nem paro para tentar ver as sete cores do arco-íris (já tentou contar todas, eu já!), ou como no filme, sentir a sensação de mergulhar a mão em sacas de grãos... Coisas simples, mas tão essenciais a vida...


Sentir que se tem os "ossos de vidro" ((...)"Então, minha querida Amélie, você não tem ossos de vidro. Pode suportar os baques da vida. Se deixar passar essa chance, então, com o tempo, seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. então, vé em frente, pelo amor de Deus.), e proteger-se é normal, sentir medo da solidão também, o que não se pode é perder o brilho de viver, e nem se resignar como a "menina do copo d'agua", (Pintor: "Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes." Amelie: "Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros." Pintor: "E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?")


E apesar de serem "tempos difíceis para os sonhadores", não se deixe abater, e muito menos seja o idiota que ando apontam para o "céu olha para a ponta do dedo"... 


PS: Texto em homenagem a um amigo que ao me apresentar o fabuloso destino dessa surreal menina me deu de presente uma sutil delicadeza de ser um pouco Amelie... 

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