sábado, 18 de agosto de 2012

Cisne Negro: renascer para a liberdade


Como já disse um vez, tudo depende de onde sentamos na platéia para ver a vida como um filme, penso que na Psicologia acaba sendo da mesma forma, cada abordagem esta "sentada" nesta platéia, tecendo suas ideias, suas teorias, e assim a magia começa... A fabulosa magia de se auto descobrir...

Mas falando em filme, volto mais uma vez a uma analise do Cisne Negro, desenvolvendo a visão de um amigo, que teve o privilegio de se "sentar" em um novo local na platéia e perceber uma nova interpretação...

"Será que ao morrer no final do filme, a personagem não alcançou o renascimento?"

Quando ouvi "renascimento" minha associação a ave mitológica Fênix foi instantânea, morremos para renascer, no caso da Nina, seu renascer foi a perfeição, a ideia do meu amigo foi mais além, "enfim, ela percebeu que podia ser mais do que ela imaginava ser", renasceu, e enfim tornou-se livre.

Um cisne que se transformou em Fênix, um menina que se transformou em mulher, uma pessoa que enfim percebeu que pode muito mais do que os limites de uma vã realidade fina, transparente e frágil...

Escolha, este é o momento, continuar a ser o frágil cisne branco ou renascer como uma Fênix no lindo cisne negro? Sim, escolhas não são faceis, mas são necessárias, escolha, seja e enfim viva...