domingo, 21 de outubro de 2012

Ué, eu só sei...


Conversando com uma amiga sobre sentimentos, entre um chocolate e outro, o assunto recaiu sobre o infinitamente discutido amor... Cantado em verso e prosa, sentido, doido, sofrido, inebriante, aquele que é eterno para sempre, e aquele que já começa com data para acabar...

"Assunto complicado", disse ela, "mas tão legal de sentir", bom... Há controvérsias, mas controvérsias assim como clichês, deliciosamente assustador... Ei, para de tentar quantificar essa "coisinha" chamada amor, ele é eterno, enquanto dure, é relativo e absoluto, é pequeninho que cabe na palma da mão, é grandão que transborda no coração, as vezes dá um apertinho na alma, mas é o responsável dos maiores sorrisos...

Minha amiga foi mais longe, e eu "refinei" a conversa, permissão dada, permissão abusada, fato publicado: Se eu pudesse conversar com esse bendito e aclamado amor a conversa seria mais ou menos assim: "Ei caro amor, não foge, não corre, fica aqui mais um pouquinho, do meu ladinho, tenho uma boa noite de sono, te dou colo, casa, comida e roupa lavada, ou se preferir, sem roupa nem nada... Mas fique...". 

É amiga, o pedido é sempre o mesmo, não sei se o "bendito" é assim tão domesticado, afinal de contas se fosse não teria graça teria? Veja só, amor domesticado não tem graça, não dá arrepio, surpresa, e nem mesmo tesão (olha a tal da 'controvérsia' ai de novo), amor domesticado não dá frio na espinha, e muito menos gera paixão... 

Porque no fim, "eu só sei que é amor", porque sei ué... Amor não se explica, se sente, frações de segundo, dias, meses, anos... Então amiga, bora abrir outra caixa de chocolates que essa já foi, e o assunto ainda vai looooooooge... 

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